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[5.5] Metro Sul do Tejo MST - Um projecto estratégico para o O início da construção do Metropolitano Ligeiro da Margem Sul, em 2003, no Concelho de Almada é o resultado de um longo processo desencadeado há mais de 15 anos pelos autarcas da Margem Sul, desde que se tornou clara a necessidade de existir um meio de transporte acessível à população, que fosse rápido, eficaz e amigo do ambiente. O Metro Sul do Tejo (MST) é um sistema de transporte colectivo de superfície amigo do ambiente que funciona a energia eléctrica e que se desloca sobre carril sem barreiras. Este projecto irá alterar de forma radical o sistema de transporte de passageiros existente - o conforto, a rapidez, a segurança e a intermodalidade criada com os outros modos de transporte são algumas das suas grandes vantagens. Prevê-se que o MST transporte 28 milhões de passageiros por ano, circulando em hora de ponta com um intervalo de cinco minutos.
No Concelho de Almada este projecto está enquadrado numa política de mobilidade sustentável, que inclui medidas para uma mobilidade urbana menos dependente do carro, uma melhoria da qualidade do ar e das condições acústicas locais e simultaneamente uma requalificação do ambiente urbano global. O projecto irá melhorar a qualidade e grau de atracção de todo o sistema de transportes públicos da região. O tempo de deslocação para Lisboa e entre centros urbanos da margem sul do Tejo será reduzido substancialmente. O MST constitui também um excelente instrumento de valorização do espaço público urbano e melhoria da qualidade de vida das populações. Com uma extensão de 13,6 quilómetros e 19 paragens, nesta primeira fase, o traçado dentro do Concelho de Almada abrange o eixo central da cidade, passando por importantes interfaces de transportes públicos, como o terminal rodo-fluvial de Cacilhas, a estação ferroviária do Pragal e infra-estruturas sociais regionais importantes como o Campus Universitário, o Hospital, o novo Tribunal e o Parque Urbano. O MST está a ser construído pela concessionária Metro Transportes do Sul S.A., que tem a seu cargo a elaboração do projecto e a construção. O dono da obra é o Estado: a Administração Central fiscaliza o decorrer das obras e o cumprimento do contrato através de uma Equipa de Missão. Apesar de não ter intervenção na fiscalização e direcção da obra, a Câmara Municipal segue este processo com todo o empenho. Associado a este projecto está também a ser aplicado o Plano de Mobilidade – Acessibilidades 21, da responsabilidade da Câmara de Almada.
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